domingo, 30 de março de 2008

a.neurose.do.homem.perfeito#2


por_narah conti

Sexta-feira, a minissérie Queridos Amigos terminou. O que me causou um grande vazio. Na verdade, o vazio veio por não ter mais um horário para me encontrar com o homem mais perfeito do Brasil: Tarcisio Filho.

Já disse, em outro post, sobre o número de semelhanças que existe entre mim e o George (sim, o Clooney), o que me torna mulher ideal para ele. Mas, devido à distância territorial, essa descoberta fica um pouco complicada. A não ser que eu vire garçonete em Las Vegas, ou ele venha gravar algum filme aqui e eu trombe com ele ao sair de uma livraria.

Porém, neuroses internacionais a parte, por que pensarmos tanto em George se aqui temos Tarcisinho?

Moreno, alto, cabelos grisalhos, o rosto quadrado, um olhar cheio de charme... ai, ai... é praticamente o Batman tupiniquim. (O Batman é o meu herói favorito, vale ressaltar) E ainda, dizem as colunas de fofoca, é um homem romântico. Ah!!! E também temos semelhanças: somos paulistanos e estudamos teatro.

Tudo estaria perfeito se não fosse um único defeito - dele, claro: Tarcisio é casado e apaixonado pela esposa! Grrrr...

A saga pela procura do homem perfeito continua. Enquanto isso, eu aguardo a próxima novela em que o galã tiver um papelzinho, ou recorro às cenas no youtube em que Rui, personagem de Tarcisinho, aparece.

sábado, 1 de março de 2008

a.neurose.da.idade#2


por_narah.conti


Soprar as velinhas, completar mais uma primavera... esses eufemismos são todos para amenizar a maior neurose feminina: a idade!

Na última quinta-feira, a querida neurótica, Norah Cavalcanti, completou mais um aninho de vida, e junto com ele mais um monte de novas neuroses para serem publicadas. Ra-tim-bum, Norah! Mas nem todos são como ela, que adora comemorar a passagem do tempo.

Por coincidência, hoje, também é o aniversário da minha mãe, que já está na fase não-pergunte-quantos-anos-tenho. Agora, para ela, é mais importante quantos anos se aparenta ter, do que quantos anos o RG registra. Perguntar qual a idade da senhora, ou mesmo, chamar de senhora, é uma das maiores ofensas.

E para se mostrar mais nova, mesmo que sejam meses, vale tudo: tingir os cabelos para esconder os brancos, cremes renew, vestir as roupas da filha de 20 anos. Claro que a minha mãe não é uma dessas. Mas vai me dizer que você nunca viu aquela senhora, já na faixa dos quarenta, mascando chicletes, dando em cima de um rapaz de vinte anos o chamando de brotinho? E ainda tenta se auto-afirmar dizendo: “o que vale é a idade do espírito!”

Ei, espírito?! Alto lá, minha senhora! A idade da sua mente não precisa se refletir na sua aparência. E não adianta ir a balada eletrônica e tentar dançar os Bee Gees no meio da pista, as marcas na sua testa e seu vocabulário sempre vão denúnciá-la. Assuma-se, sempre vai ter alguém que vai dizer: “Nossa, mas você parece ser bem mais nova!” – E isso vai, com certeza, deixá-la muito mais feliz.

Claro, minha querídissima companheira de blog e outras aventuras não precisa, ainda, mentir quantos anos tem, nem se ofender com eles. Afinal, nem na idade do renew ela chegou. Então, querida Norah, exale todo o perfume da juventude deixando as peruas morrem de inveja. E aproveite enquanto o Ivo Pintangui não se torna o único homem com o poder fazê-la feliz.

Viva todos os anos de vida!
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Veja também: a.neurose.da.idade