domingo, 30 de março de 2008
a.neurose.do.homem.perfeito#2
sábado, 1 de março de 2008
a.neurose.da.idade#2
Na última quinta-feira, a querida neurótica, Norah Cavalcanti, completou mais um aninho de vida, e junto com ele mais um monte de novas neuroses para serem publicadas. Ra-tim-bum, Norah! Mas nem todos são como ela, que adora comemorar a passagem do tempo.
Por coincidência, hoje, também é o aniversário da minha mãe, que já está na fase não-pergunte-quantos-anos-tenho. Agora, para ela, é mais importante quantos anos se aparenta ter, do que quantos anos o RG registra. Perguntar qual a idade da senhora, ou mesmo, chamar de senhora, é uma das maiores ofensas.
E para se mostrar mais nova, mesmo que sejam meses, vale tudo: tingir os cabelos para esconder os brancos, cremes renew, vestir as roupas da filha de 20 anos. Claro que a minha mãe não é uma dessas. Mas vai me dizer que você nunca viu aquela senhora, já na faixa dos quarenta, mascando chicletes, dando em cima de um rapaz de vinte anos o chamando de brotinho? E ainda tenta se auto-afirmar dizendo: “o que vale é a idade do espírito!”
Ei, espírito?! Alto lá, minha senhora! A idade da sua mente não precisa se refletir na sua aparência. E não adianta ir a balada eletrônica e tentar dançar os Bee Gees no meio da pista, as marcas na sua testa e seu vocabulário sempre vão denúnciá-la. Assuma-se, sempre vai ter alguém que vai dizer: “Nossa, mas você parece ser bem mais nova!” – E isso vai, com certeza, deixá-la muito mais feliz.
Claro, minha querídissima companheira de blog e outras aventuras não precisa, ainda, mentir quantos anos tem, nem se ofender com eles. Afinal, nem na idade do renew ela chegou. Então, querida Norah, exale todo o perfume da juventude deixando as peruas morrem de inveja. E aproveite enquanto o Ivo Pintangui não se torna o único homem com o poder fazê-la feliz.
Viva todos os anos de vida!
sábado, 19 de janeiro de 2008
experiências.e.descobertas.neuróticas#1
Meu namorado sempre diz que eu faço tempestade em copo d'água. Aliás, não só ele, mas também minha mãe, meu pai, minha irmã, meu chefe...etc, etc, etc. Todos concordam que eu "viajo" mais do que o normal. Pensando nisso, quis descobrir se realmente sou assim tãããããoooo fantasiosa e dramática, como dizem.
Resolvi, nada mais nada menos, colocar à prova essa minha aparente condição tempestuosa de ser e fiquei um dia sem fazer qualquer comentário mais "forte", seja qual fosse o assunto.
Cheguei à conclusão que dessa experiência só consegui perceber uma coisa: NÃO TENHO A MENOR IDÉIA DE COMO FOI QUE EU CONSEGUI ESSA FAÇANHA!
Afinal, eu sou uma pessoa muito controlada, que gosta apenas de contestar determinados temas de modo a dar-lhes mais valor.
Quanta injustiça!! Oh, céus! Quem vê pensa que eu saio por aí fazendo atrocidades em meio à cidade, pichando muros e batendo nas pessoas...
Meu único probleminha é que tenho a mente um tanto hiperativa! Mas é pouquinha coisa. Ou, pelo menos, o bastante para algumas tempestades!! [por norah_cavalcanti]



