terça-feira, 22 de maio de 2007

Princípio da Neurose

Tudo começou com um plágio, mas a partir do momento que confessamos que é um plágio ele deixa de ser plágio, certo? Afinal, ele é um plágio confesso [isso dá flagrante?!]. E assim, começamos a nossa primeira neurose:
Como nos redimimos de um “bom plágio”?
Marcelo Rubens Paiva publicou recentemente no OESP uma série de crônicas a respeito das pequenas neuroses contemporâneas – penecos. Essas foram cair nas vistas de duas estudantes de jornalismo neuróticas e contemporâneas que decidiram montar esses blog: narah_conti. e Srta. N.
Aqui! Nesse espaço eletrônico onde tudo pode acontecer, relataremos as pequenas neuroses cotidianas que, talvez, todos pensam, porém nunca as relatam ou que nunca pensaram claramente e ao ler o post exclamará: “Putz! É mesmo!” São obviedades e indagações que se aproximam da bizarrice, mas é tudo pura verdade do mundo contemporâneo.

Boas Salenas**, todos neuróticos-psicóticos-beirando-os-psicotrópicos!!! =)

**Cumprimento de seres tão neurótico quanto os humanos, os cronópios!

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